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terça-feira, 10 de setembro de 2013

Alimentação Carnívora

O Australopithecus cujo o nome significa " macaco do sul ", apareceu há cerca de 5 milhões de anos atrás durante o Plioceno possuía diversas espécies as quais uma acredita-se ser ancestral direto dos homens. O gênero media uns 105 centímetros de altura e seu cérebro era mais ou menos do tamanho do de um chimpanzé. O Australopithecus já andava ereto e talvez usasse ferramentas rudimentares como paus e pedras ( sem modificá-los ), mas provavelmente não falava. Durante os 2,5 milhões de anos seguintes, eles dominaram o planeta extinguindo várias espécies animais que cruzavam o seu caminho, até mesmo outras espécies de Australopithecus, que não estavam tão adaptados ao meio e acabaram se extinguindo. E os mais adaptados deram origem aos nossos ancestrais um pouco mais evoluídos que o Australopithecus.

Em seus estágios finais há aproximadamente 2,5 milhões de anos atrás surgiu um Australopithecus que incluía carne em sua alimentação (podendo ser até carniça), o que possibilitou uma diminuição no tamanho do e stômago ( pois a carne é mais fácil de ser digerida do que vegetais) e um acumulo de proteína que resultou no aumento do cérebro e o surgimento de uma nova espécie o Homo habilis.


AGORA A PERGUNTA A ONIVOROS E A VEGANS:

O QUE TERIA ACONTECIDO COM A EVOLUÇÃO HUMANA SE O AUSTRALOPITHECUS NÃO TIVESSE INSERIDO A CARNE EM SUA ALIMENTAÇÃO? O QUE SERIAMOS HOJE? HUMANOS OU SÍMIOS? EU PREFIRO SER HUMANO E VOCÊS?


Eu nesse tópico descrevi o Australopithecus. Porém face a críticas de alguns, resolvi ir mais a fundo desta questão e descobri algo interessantissimo. O que aconteceu também com os que escolheram continuar a se alimentar somente de vegetais. Os que escolheram comer carne se tornando onivoros nós já sabemos o que aconteceu, se transformaram em nós(Homo Sapiens Sapiens). Agora vou mostrar o que aconteceu aos que resolveram seguir o vegetarianismo.

Até o Australopithecus afarensis todos os hominideos eram vegetarianos coletores. Porém começaram a ter divisoes(principalmente no ramo alimentar começou-se a ter nichos) e separou-se entre 2 ramos(existem teorias que tiveram 5 ramos porém não vingaram, entao vamos aos que deram novos hominideos, que são somente os 2 que citarei):

- Australopithecus africanus (que incluiu a carne crua em sua dieta alimentar o que ajudou no crescimento do cerebro e deu origem ao Homo Rudolfensis e ao Homo Habilis. Sendo que o Homo Habilis deu continuidade a evolução do cerebro chegando aos demais hominideos até chegar a nós, Homo Sapiens Sapiens);

- Paranthropus aethiopicus(que é o descendente do Australopithecus afarensis que optou por continuar com uma dieta essencialmente vegetariana e falarei dele e seus descendentes mais a seguir para mostrar a qualquer vegetariano/vegan aonde caminha a humanidade que ele tanto sonha)

O Paranthropus aethiopicus foi um hominídeo bípede do gênero Paranthropus que viveu entre 2,8 e 2,2 milhões de anos atrás no Plioceno. Os fósseis representando o início desse gênero incluem alguns fósseis fragmentados da Etiópia e um crânio encontrado no Lago Turkana sítio no Quênia conhecido como Caveira Negra. Esse crânio tem um volume de cerca de 410ml, o menor cérebro de adulto já descoberto em um hominídio estabelecido.

Baseando-se nas medições do crânio, os cientistas concluíram que esta espécie possuía o menor cérebro de todos os hominídeos adultos jamais descobertos.

O crânio também tem a mais definida linha sagital entre os hominídeos, a face mais prognática e molares extremamente grandes (apesar de não ter sido encontrado nenhum dente com o crânio).

Como todos os outros membros de Paranthropus, essa espécie foi uma vez colocada no gênero Australopithecus.

O seu tamanho corporal é semelhante ao seu sequente Paranthropus boisei, continuando a apresentar um acentuado dimorfismo sexual. Não existem vestígios de qualquer uso de utensílios.

O habitat era a savana semi-árida, embora por vezes andassem na floresta.

Apesar da filogenia do Paranthropus aethiopicus não ser fácil de compreender, o que provocou muitos debates na comunidade científica, toma-se como provável, ter sido o elo de ligação entre o Australopitecos africano e Paranthropus boisei.

O gênero Paranthropus viveu em ambientes muito mais secos que os seus antecessores e desenvolveu uma mandíbula muito peculiar para poder mastigar os frutos duros dos quais se alimentava. Conviveu com Homo durante cerca de 1,5 Ma. Este gênero foi encontrado na África Oriental e do Sul e surgiu há cerca de 2,3 Ma. Apresentava um claro dimorfismo sexual no tamanho corporal.

Para a maioria dos pesquisadores é o perfeito intermediário evolutivo entre Australopithecus afarensis, por um lado, e Paranthropus robustus e Paranthropus boisei, por outro.

No que diz respeito a relações evolutivas entre Paranthropus robustus e Paranthropus boisei, a maior parte dos investigadores coincide em aceitar que ambas evoluíram separadamente do Paranthropus aethiopicus, se bem que o Paranthropus boisei tenha sofrido uma especialização mais acentuada e o Paranthropus robustus tenha retido mais traços primitivos.

O Paranthropus boisei (originalmente chamado Zinjanthropus boisei e então Australopithecus boisei até recentemente) foi um dos primeiros hominídeos que viveram no Leste da África, de cerca de 2 até 1 milhão de anos atrás durante o Pleistoceno. Tinha um crânio altamente especializado à mastigação pesada. P. boisei habitou os pastos secos da savana da África Leste durante um período de 2,5 a 1 milhão de anos atrás.

O primeiro fóssil foi descoberto em um sítio arqueológico rico, FLK Zinj, no Oldupai Gorge, por Mary Leakey em 1959, de onde o nome, "Zinj man." O epíteto da espécie "boisei" é uma homenagem a Charles Boise, que contribuiu financeiramente ao trabalho de Louis e Mary Leakey no Olduvai Gorge.

Essa espécie é caracterizada por um crânio grande com uma mandíbula pesada e grandes molares. O cérebro é pequeno (cerca de 450 centímetros cúbicos). A mandíbula grande e a dentição pode ter sido uma adaptação à sua dieta de vegetais fibrosos e secos. Presume-se que essas espécies lidaram com a mudança para um ambiente mais semelhante à savana que estava tomando lugar ao se especializar em uma dieta baseada em plantas de baixa qualidade. A mesma adaptação ocorreu no sul da África com a evolução do Paranthropus robustus.

Permanece incerto se essa espécie fabricava ferramentas; quando foi descoberta, ela foi tomada como um de nossos ancestrais fabricantes de ferramentas, já que o sítio também havia mostrado evidências de ferramentas de flint. Entretanto, o primeiro fóssil de Homo habilis foi depois encontrado no mesmo sítio. Após a descoberta do Homo habilis, ele foi visto como o produtor das ferramentas. Por outro lado, é possível que outras espécies produziam ferramentas também. Pesquisas a respeito de ferramentas de mão do Paranthropus robustus, uma espécie que pensava-se ser muito semelhante ao Paranthropus boisei, mostrou que, anatomicamente, eles eram capazes de realizar a tão chamada habilidade de precisão. Então o Paranthropus boisei possuía os requerimentos anatômicos para fabricar ferramentas embora ainda não esteja provado.

Com a ocorrência de grandes alterações climáticas verificadas neste período, a adaptação deverá ter sido crítica para sobreviver, com os antigos recursos reduzidos ou mesmo esgotados. O Paranthropus boisei não foi capaz de efetuar a adaptação em face da mudança, pelo que o seu desaparecimento ocorreu há cerca de 1,2 milhões de anos.

Coexistiu com o seu sucessor Paranthropus rubustus e manteve com ele uma existência interativa. Corporalmente mais desenvolvido que os seus antecessores, continua a ser visível o dimorfismo sexual.

O crânio dos machos é maior do que o das fêmeas e de construção mais pesada, com uma capacidade craniana de 510 cm3.

Pode ser observada uma grande crista sagital no topo do crânio, uma face baixa formada por um largo arco zygomático e dentes que se projetam para a frente das fossas nasais.

A relação dos maciços dentes molares com os relativos pequenos dentes incisivos, reflete a adaptação para uma forte mastigação.

As condições difíceis em que vivia, exigiram-lhe uma dieta composta por rijos alimentos vegetais fibrosos.

Vêm-se os contrafortes da mandíbula com uma massa grossa de ossos até aos molares, onde os músculos ramus convergem com o corpo da mandíbula. Estes contrafortes são uma adaptação estrutural para ajudar a mandíbula a suportar a pressão exercida pelos músculos da mastigação. A massa muscular descia da crista sagital onde estava fixa até à mandíbula, formando desta forma um poderoso aparelho mastigador.

O Paranthropus robustus foi originalmente descoberto na África meridional em 1938. O desenvolvimento do P. robustus, especificamente nos atributos cranianos, parecia indicar um "complexo de mastigação pesada". Devido às características essenciais associadas à linhagem robusta destes australopitecinos, o antropólogo Robert Broom criou o gênero Paranthropus incluindo nele o P. robustus.

O Paranthropus robustus é geralmente datado como tendo de 1 a 2,6 milhões de anos. Ele tinha a parte superior dorsal larga, mandíbula e músculos da mandíbula adaptados ao ambiente seco em que eles viviam.

A descoberta de um rubustus jovem, numa caverna em Swartkranz, na África do Sul, cujo crânio apresentava perfurações feitas pelos dentes caninos de um leopardo, sugere que este primitivo hominídeo viveu ao mesmo tempo que os grandes predadores das planícies africanas.

Tinha uma aparência alta, o peso rondava os 45 Kg, com uma estrutura larga e com uma capacidade craniana entre os 500 e os 600 cm3. A face pesada é de forma plana, sem fonte e vastas sobrancelhas. As suas mãos eram muito parecidas com as do homem atual, com uma longa palma, capaz de fazer movimentos e manipular objetos.

As adaptações do crânio estavam ligadas com um “pesado complexo de mastigação”. Este complexo permitia a estes primitivos humanos comerem grandes quantidades de rija comida fibrosa de origem vegetal como ervas, vegetais fibrosos, frutos secos, frutos duros, frutos espinhentos e folhas.

Os arcos zygomáticos são grandes e destacados para fora da face. A sua inclinação muito extensa, cria um grande espaço entre o arco e o cérebro, e a abertura é conhecida como a fossa temporal.

Dois conjuntos de músculos estão associados à seção de moer necessária para processar estes tipos de comida; o complexo masseter, que estão fixados no fundo do arco zygomático, e os músculos temporais que passam por baixo do arco e fixam-se no cimo do crânio.

A expansão para a frente dos dentes molares cria mais espaço para os músculos temporais passarem por baixo do arco zygométrico, e o incrementado tamanho dos arcos proporciona mais espaço para acomodar um grande músculo masseter.

Outra característica do crânio rubustus é a presença de uma proeminente crista sagital, maior no macho do que na fêmea, um ossudo espinhaço que percorre todo o cumprimento do cimo do crânio. Este ossudo espinhaço providência um ponto de fixação para os grandes músculos temporais.

Em relação aos dentes, estes apresentavam uma arcada dental parabólica, molares bastante largos e pré-molares com espesso esmalte, dentes incisivos muito pequenos, maxilares maciços, dentes completamente lisos.

Face achatada, causada pela posição anterior dos molares, e o tamanho extremamente grande dos molares e pré-molares, são características típicas das formas dos rubustus.

Estas características são a chave para o desenvolvimento de uma mastigação complexa destinada a processar comida vegetal fibrosa rija. A posição anterior dos molares criou espaço para grandes músculos de mastigação atrás do arco zygomático. Os grandes molares e pré-molares proporcionam grandes superfícies para moer os alimentos rijos.

A mastigação maciça é característica de todos membros de Paranthropus devido sua dieta vegetariana, atingindo o seu maior desenvolvimento com Paranthropus rubustus.

Aonde quero chegar com toda essa explicação?

Simples. Agora vou mostrar que a opção pela vegetarianismo ocasionou a extinção desse genero hominideo.

Há cerca de 2,8 Ma, produziu-se uma mudança climática que, no hemisfério norte, se
traduziu num avanço do gelo e, na África equatorial e tropical, por uma redução do bosque e um avanço da savana. Muitos especialistas relacionam estas mudanças com o desaparecimento dos últimos Australopithecus e o aparecimento dos novos generos: Paranthropus e Homo. Estes novos generos estariam adaptados a este novo ecossistema, ainda que com soluções diferentes.

O genero Homo(que resultou em várias evoluções até chegar ao Homo Sapiens Sapiens) escolheu uma dieta onivora consumindo um alimento novo para a espécie humana: a carne.

O genero Paranthropus(que não avançou, sendo fadado a extinção) escolheu uma dieta vegetariana, continuando com a mesma dieta dos seus antecessores porém mais especializada.

Por que o fim? Cadê os hominideos vegetarianos?

A Resposta: Extinção total!!!

Motivos?

Falta de inteligencia e adaptabilidade a uma alimentação variada.

Qual a moral da história?

O genero Paranthropus pagou um alto preço pelo vegetarianismo. Pois ao optar por ele precisaram ganhar uma "mastigação pesada".

Para comer vegetais e ervas esse genero humano ganhou mandibulas poderosas de alta pressao. Isso tinha uma qualidade e um defeito, sua mandíbula era muito forte e seus dentes eram mais fortes ainda, para mastigar as folhas secas da savana(ideal para uma dieta vegetariana), mas como o seu cérebro não era igual a sua mandíbula, forte,então era uma presa fácil para outros animais.

Pois para ter uma mandibula eficaz para uma alimentação vegetariana foi necessario abrir mão do crescimento da caixa craniana e subsequentemente do cerebro que nao podia ser muito grande devido a pressão exercida pelas mandibula e dentes adaptados para mastigação continua de vegetais.

TROCOU-SE A INTELIGÊNCIA PELA EFICÁCIA NA ALIMENTAÇÃO VEGETARIANA/VEGANA.

Sendo presa fácil para os outros animais devido ao cerebro inferior em relação aos que optaram pela carne e dieta onivora(Homo rudolfensis e Homo habilis), os hominideos vegetarianos do genero Paranthropus ainda sofreram com as mudanças climáticas que reduziram sensivelmente sua area de alimentação devido a secas.

Não podendo comer carne e nao tendo inteligência para proteger-se de predadores, se adaptar a mudanças, ou buscar novos territórios com recursos de sua dieta o genero Paranthropus chegou a fim de sua existência. Não deixando nenhuma linhagem posterior e não chegando até os nossos dias.

TUDO ISSO EM DECORRÊNCIA DA ESCOLHA DA DIETA VEGETARIANA/VEGANA EM SUA ALIMENTAÇÃO.


sábado, 24 de agosto de 2013

DRAUZIO VARELLA: De volta ao café

A cafeína é a única droga psicoativa que podemos usar sem o menor sentimento de culpa. Há um ano, fiz essa afirmação nesta coluna depois de ler um artigo do "The New England Journal of Medicine", a revista médica de maior circulação mundial. Semanas atrás, a Folha resumiu um estudo publicado na revista "Mayo Clinic Proceedings" que aponta em outra direção.

Com base nessa aparente contradição, João Luiz Neves, de Curitiba, enviou para o Painel do Leitor a pergunta a mim dirigida: "E agora, doutor, como proceder?".

Somos bombardeados diariamente com mensagens de saúde conflitantes. A internet está abarrotada de sites e de e-mails que se propagam feito vírus, para exaltar os benefícios do alho, do limão, da maçã, do tomate orgânico, da berinjela e até da urinoterapia. O risco dessas informações médicas desencontradas é deixar o leitor descrente de todas.

Por essa razão, e pela importância do café em nossas vidas, vou comparar as duas pesquisas.

O estudo do "New England" foi patrocinado pelos Institutos Nacionais de Saúde, dos Estados Unidos. Nele, foram incluídos 229.119 homens e 173.141 mulheres saudáveis, com idades entre 50 e 71 anos.

De acordo com o número de xícaras tomadas diariamente, o grupo foi dividido em dez categorias.

Durante os 14 anos de acompanhamento, foram a óbito 33.731 homens e 18.784 mulheres. Depois de eliminar fatores como cigarro (especialmente), sedentarismo e obesidade, ficou claro haver uma relação inversa: quanto mais café, menor o número de mortes.

Além de diminuir a mortalidade geral, tomar café reduziu o número de óbitos por diabetes, doenças cardiorrespiratórias, derrames cerebrais, ferimentos, acidentes e infecções. As mortes por câncer não foram afetadas.

O efeito protetor foi diretamente proporcional ao número de xícaras ingeridas diariamente. A diminuição mais acentuada da mortalidade aconteceu no subgrupo de seis xícaras ou mais por dia: redução de 10% nos homens e 15% nas mulheres.

Essa associação foi independente da preferência por café descafeinado ou não, sugerindo que a proteção não ocorre por conta da cafeína.

Vamos à publicação da revista da "Mayo Clinic". Durante 17 anos, foram acompanhados 43.727 participantes. Nesse período, ocorreram 2.512 mortes, das quais 32% por doenças cardiovasculares.

Comparados com os que não tomavam café, entre os bebedores contumazes do sexo masculino --definidos como aqueles que consumiam diariamente mais de quatro canecas de oito onças (equivalentes a cerca de 240 mililitros)-- houve aumento da mortalidade geral. Nas mulheres, não houve diferença estatisticamente significativa.

Entre os participantes com menos de 55 anos, no entanto, tomar mais do que as quatro canecas por dia aumentou a mortalidade em 56% entre os homens e 113% entre as mulheres.

Não houve associação entre consumo de café e mortalidade por doenças cardiovasculares. Nesse caso, como relacioná-lo com as mortes por infecções, acidentes automobilísticos ou câncer?

Na comparação, o primeiro estudo tem evidências mais confiáveis: incluiu dez vezes mais participantes, acompanhados por período semelhante (14 versus 17 anos), que foram divididos em dez grupos em ordem crescente da quantidade de café ingerido por dia. Todos eles se beneficiaram.

No segundo estudo, só tiveram a mortalidade aumentada aqueles que tomavam mais de quatro canecas de 240 mililitros por dia. Ou seja, foi prejudicado apenas quem tomou mais de um litro por dia, durante 17 anos, em média.

É inexplicável porque as mulheres, quando analisadas globalmente, não apresentaram mortalidade mais alta, enquanto no subgrupo com menos de 55 anos o aumento foi de 113%.

O problema com ambos os estudos é que são retrospectivos: a decisão de tomar ou não café foi tomada no passado, de acordo com a vontade pessoal. O ideal é que fossem prospectivos, nos quais os participantes seriam acompanhados só depois de sorteados ao acaso para fazer parte do grupo dos abstêmios ou dos tomadores de café. Por razões óbvias, uma pesquisa com essas características jamais será realizada.


Por isso, caro João Luiz, pode tomar seu café sem remorsos. Por via das dúvidas, faça como eu e todas as pessoas de bom senso: evite beber mais do que um litro por dia.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Benefícios da Água

Benefícios da Água

            Você já deve ter escutado que você deve beber de 8 a 10 copos de água por dia. Mas você já pensou em qual razão beber toda essa água ?
Entre outros fatores, a água ajuda a regular a temperatura do corpo pela transpiração, leva embora toxinas pela urina e transporta nutrientes e outras substâncias pelo corpo inteiro.
Á água também ajuda a prevenir constipação e dissolve vitaminas, minerais e outros nutrientes, tornando-os acessíveis ao resto do corpo.
A água é a substância mais comum encontrada na Terra e também é o nutriente mais necessário pela maior parte do corpo. Entre 55 e 75% do peso de um adulto é composto de água.
Na realidade, nem todo o líquido ingerido durante o dia precisa ser água, já que ela faz parte de 90% da constituição do leite, suco e outras bebidas.
Lembre-se de não incluir nesta conta refrigerantes, com cafeína e bebidas alcoólicas já que atuam como diuréticos aumentando a urina e a perda de líquidos.

Aproveite ao máximo o que a água tem para oferecer

Nuno Cobra
O corpo humano depende de tal maneira da água, que não sobrevive se ficar alguns dias sem ela. Todas as reações químicas e os processos metabólicos ficam na sua dependência. O sangue é 90% composto de água, o cérebro trabalha submerso nela.
A água é tão vital que, em situações de desequilíbrio, enfermidade ou, num acidente, a primeira medida é aplicar um soro.
A água não é importante só para o interior do nosso corpo. As pessoas se beneficiariam muito mais da água, se aumentassem seu contato com ela.
A dependência da água não e apenas física. Talvez por termos vindo dela, criou-se em nós uma dependência vital para a manutenção da nossa saúde. Não deveríamos tomar banho apenas para nos limpar ou apenas para a higiene, mas principalmente pela necessidade deste contato com ela. Uma simples chuveirada restitui a energia espiritual que toca nosso corpo profundamente. Revigora nossas energias e ficamos mais antenados, prontos e com disposição para a vida. Além de provocar fisiologicamente em nosso organismo, um estado de relaxamento essencial para aliviar a angústia e o stress.
A água do mar é um elemento extremante terapêutico. Infelizmente, as pessoas ficam fora dela se esticando nas areias e sofrendo a agressão da inconveniente luz solar dos nossos tempos. Pela sua própria composição (sal e iodo) a água do mar foi uma das primeiras terapias usadas pelo homem. Historicamente, as pessoas sempre buscaram esse contato natural com a água do mar para se desintoxicarem e restabelecerem o seu equilíbrio, além de servir para relaxar e até rejuvenescer.
No mínimo uma vez por semana tenha um contato com água. Se você mora numa cidade que não tem mar vá à piscina mesmo. Uma vez por semana tome uma sauna úmida para ajudar a desbloquear os seus poros, limpar sua toxinas, relaxar os músculos e se livrar do estresse.
Se estiver tenso, tome um banho. Você irá relaxar.
Para o bom funcionamento do organismo, conforme a estação do ano, tome de um litro e meio a três litros de água por dia.
Tome a água de forma gradativa, em pequenos goles, no decorrer do dia. Preferencialmente em jejum. Com o estômago vazio, a água passa por osmose direto para a corrente circulatória, sem gasto energético e sem nenhum prejuízo para o organismo.
Tome água antes das principais refeições. Tomar água durante as refeições complica a digestão e desgasta o organismo. Porque fica muito sólido junto com muita água. Se tomar antes das refeições não sentirá sede, pois estará hidratado.
Durante o expediente de trabalho, jogue uma água no rosto, você se sentirá revigorado para a labuta.

OS BENEFÍCIOS DA ÁGUA

Seu sangue ficará mais fluido, seu intestino funcionará melhor. Os rins então... nem se fala!
E, principalmente, a sua pele ficará hidratada evitando que você gaste dinheiro com cremes hidratantes. A melhor forma de hidratar a pele não é com creme, mas sim com água. A hidratação vem de dentro para fora.
Conheci pessoas envelhecidas, com a pele mal tratada, que nunca tomaram água na vida. Ela era ingerida de forma indireta através de outros alimentos. Portanto, seja responsável com o seu corpo.
Tome pelo menos oito copos de água por dia - e os efeitos aparecem no corpo inteiro, do cérebro aos intestinos e ossos.
            Ela transporta nutrientes e oxigênio para as células,
            dissolve vitaminas e sais minerais dentro delas,
            ajuda a desintoxicar os rins, dá flexibilidade aos músculos,
            lubrifica as juntas ósseas e refrigera o corpo ao expulsar pela pele o suor aquecido.
            Perder apenas 20% dos 40 ou 50 litros do volume total de água do corpo pode ser mortal. A sede já é sinal de desidratação. E, se você não beber água podem aparecer sintomas mórbidos. Eles surgem no cérebro, que é 74% líquido. Se ele começa a secar, você sente dores de cabeça, moleza e um pouco de confusão mental. Já o sangue que contêm 83% de água, engrossa, elevando a pressão. e o apetite também desaparece.
            O corpo humano depende de tal maneira da água, que não sobrevive se ficar alguns dias sem ela. Todas as reações químicas e os processos metabólicos ficam na sua dependência. O sangue é 90% composto de água, o cérebro trabalha submerso nela.
            A água é tão vital que, em situações de desequilíbrio, enfermidade ou, num acidente, a primeira medida é aplicar um soro.
            A água não é importante só para o interior do nosso corpo. As pessoas se beneficiariam muito mais da água, se aumentassem seu contato com ela.
            A dependência da água não e apenas física. Talvez por termos vindo dela, criou-se em nós uma dependência vital para a manutenção da nossa saúde.
            Não deveríamos tomar banho apenas para nos limpar ou apenas para a higiene, mas principalmente pela necessidade deste contato com ela.
            Uma simples chuveirada restitui a energia espiritual que toca nosso corpo profundamente. Revigora nossas energias e ficamos mais antenados, prontos e com disposição para a vida. Além de provocar fisiologicamente em nosso organismo, um estado de relaxamento essencial para aliviar a angústia e o stress.
            A água do mar é um elemento extremante terapêutico. Infelizmente, as pessoas ficam fora dela se esticando nas areias e sofrendo a agressão da inconveniente luz solar dos nossos tempos.
            Pela sua própria composição (sal e iodo) a água do mar foi uma das primeiras terapias usadas pelo homem. Historicamente, as pessoas sempre buscaram esse contato natural com a água do mar para se desintoxicarem e restabelecerem o seu equilíbrio, além de servir para relaxar e até rejuvenescer.
            Aproveite ao máximo o que a água tem para oferecer
            No mínimo uma vez por semana tenha um contato com água. Se você mora numa cidade que não tem mar vá à piscina mesmo.
            Uma vez por semana tome uma sauna úmida para ajudar a desbloquear os seus poros, limpar sua toxinas, relaxar os músculos e se livrar do estresse.
            Se estiver tenso, tome um banho. Você irá relaxar.
            Para o bom funcionamento do organismo, conforme a estação do ano, tome de um litro e meio a três litros de água por dia.
            Tome a água de forma gradativa, em pequenos goles, no decorrer do dia.
            Preferencialmente em jejum. Com o estômago vazio, a água passa por osmose direto para a corrente circulatória, sem gasto energético e sem nenhum prejuízo para o organismo.
            Tome água antes das principais refeições. Tomar água durante as refeições complica a digestão e desgasta o organismo. Porque fica muito sólido junto com muita água. Se tomar antes das refeições não sentirá sede, pois estará hidratado.
            Durante o expediente de trabalho, jogue uma água no rosto, você se sentirá revigorado para a labuta.
            Os benefícios da água
            Seu sangue ficará mais fluido, seu intestino funcionará melhor. Os rins então... nem se fala!
            E, principalmente, a sua pele ficará hidratada evitando que você gaste dinheiro com cremes hidratantes. A melhor forma de hidratar a pele não é com creme, mas sim com água. A hidratação vem de dentro para fora.
            Conheci pessoas envelhecidas, com a pele mal tratada, que nunca tomaram água na vida. Ela era ingerida de forma indireta através de outros alimentos. Portanto, seja responsável com o seu corpo.

A Água no Corpo


            Conforme mencionado anteriormente, a água é, desde a nossa concepção, uma parte importante do corpo. Um embrião humano é composto de 80% de água e um recém-nascido de 74%. Já uma pessoa em idade avançada, pode chegar a conter apenas 55% de água no corpo. Aparentemente, à medida que envelhecemos, ficamos cada vez mais "secos”, ou melhor, “desidratados".
            A água que bebemos praticamente se converte em nós. É preciso ingerir muita água para garantir um bom funcionamento do nosso corpo. Além de ajudar na digestão e absorção dos alimentos, a água regula a temperatura do corpo, carrega nutrientes e oxigênio para as células, removendo as toxinas e outros resíduos de nosso corpo.
            A verdade é que muitas pessoas não bebem água em quantidade suficiente. Normalmente à medida que envelhecemos, ingerirmos cada vez menos água. É fácil associar a imagem de uma criança suada vir correndo, no meio de uma brincadeira, para pedir um copo de água para sua mãe. É difícil  imaginar uma pessoa de idade fazendo a mesma coisa. Não estamos nos referindo aqui aos benefícios da água como meio depurador do organismo, mas como elemento constituinte deste. Essa situação pode originar diversas disfunções: acúmulo de gorduras, baixo tônus muscular, deficiências digestivas, prisão de ventre, dores de cabeça, enxaquecas, problemas nas articulações, ressecamento da pele e outros.
            Um adulto tem uma perda diária de aproximadamente 2,5 litros, ou de 8 a 10 copos de água. Basicamente, essa perda ocorre através de: 1/2 copo pelas solas dos pés; 2 a 4 copos pela respiração; 2 copos pela transpiração, e 3 copos através da urina.
            A água é o meio onde ocorrem diversas reações químicas e enzimáticas no corpo. Ela transporta nutrientes, hormônios e anticorpos pelos sistemas linfático e circulatório. A própria temperatura de nosso corpo é regulada em boa parte pela transpiração que remove o excesso de calor para fora do corpo.
            O próprio ato de respirar requer uma quantidade adequada de água para manter as membranas dos pulmões elásticas e hidratadas.
            A ingestão regular de água é indispensável durante a gravidez pois, como já vimos, o feto é composto de aproximadamente 80% de água. É importante que essa água seja totalmente isenta de contaminantes, que possam de alguma forma prejudicar o desenvolvimento normal e a saúde do bebê. Atenção especial deve ser dada à total eliminação do cloro. Existem trabalhos científicos demonstrando que esse produto, combinado a resíduos orgânicos, forma uma substância chamada trialometano, que possui efeitos abortivos até o terceiro mês de gravidez. Para maiores detalhes sobre este assunto, recomendamos consultar o site www.ncbi.nlm.nih.gov, da biblioteca médica norte-americana, onde poderão ser encontrados outros trabalhos associando os trialometanos a ocorrências de câncer nos tratos digestivo e urinário.
            Atualmente está sendo feito um sério questionamento com relação à adição de flúor na água (tanto na rede pública quanto nas águas engarrafadas). Esse produto, se aplicado em excesso, pode provocar fluorose dental (manchas brancas definitivas) nos dentes das crianças.
            As pessoas de idade, por sua vez, não deveriam tomar água com flúor pois nelas a fluorose se manifesta como um enfraquecimento do esqueleto, provocada pela deposição de flúor nos ossos. Isso significa que os ossos, naturalmente propensos pela idade a desenvolver osteoporose, ficam ainda mais fragilizados. Um artigo muito interessante sobre este problema poderá ser encontrado no site do "British Medical Journal" www.bmj.com/cgi/content/full/319/7205/269. Não deixe de ler as respostas e comentários anexados a esse artigo.
            Para mais detalhes, verificar a seção sobre contaminantes, onde relacionamos algumas das 800 substâncias que se estima estejam hoje contaminado a água que bebemos e os seus efeitos sobre a saúde das pessoas.
            O efeito lubrificante da água nas articulações é importantíssimo. Quando as cartilagens estão convenientemente hidratadas, as extremidades ósseas se movimentam com facilidade, "flutuando" sobre esse colchão amortecedor. Se as cartilagens estiverem desidratadas, ocorrem movimentos abrasivos que podem redundar em danos permanentes e dores localizadas. Convém lembrar que o crescimento das células do sangue na medula tem prioridade na obtenção da água em relação às cartilagens. Por esse motivo, a manutenção de uma hidratação adequada exerce efeito positivo também nas pessoas que sofrem de reumatismo.
            A água contida no centro de nossa coluna vertebral suporta 75% do peso da parte superior de nosso corpo. Os restantes 25% são suportados pelo material fibroso situado ao redor dos discos. Assim, a capacidade de carga de nossa coluna está estreitamente relacionada ao equilíbrio hidráulico e à qualidade da água ingerida.
            Nosso cérebro é composto por 75% de água. Embora o peso deste órgão corresponda a apenas 2% do peso de nosso corpo, ele demanda 5% do fornecimento de sangue. Dores de cabeça e enxaquecas têm sido relacionadas freqüentemente com estados de desidratação do cérebro. Uma das recomendações para curar ressacas, onde nosso organismo se encontra bastante desidratado, é beber água em grandes quantidades.
            A digestão de alimentos sólidos depende de quantidades substanciais de água. Os ácidos e enzimas existentes no estômago reduzem a comida a um fluido pastoso, que passa para a próxima fase da digestão, no intestino. Nessas circunstâncias, caso não haja um grau de hidratação adequado, o bolo alimentar será transformado em fezes duras, secas, de difícil circulação, e de evacuação dolorosa. Uma boa parte dos casos de constipação intestinal tem origem, portanto, em uma hidratação insatisfatória (e também a uma alimentação pobre em fibras).
            Gastrites, duodenites, dores provocadas por úlceras (não perfuradas) e queimação de estômago, podem ter seu efeito atenuado através de ingestão de água.
            A sensação de "boca seca" é um dos últimos avisos externos de desidratação. À medida que nosso organismo tenta se adaptar à falta de água, o mecanismo da sede fica desativado. Essa desativação também ocorre, gradualmente, enquanto as pessoas vão envelhecendo. Quando voltamos a fornecer um volume de água adequado ao nosso corpo, o mecanismo da sede volta a ser ativado, até que atingimos uma situação de hidratação normal. Isto faz com que voltemos a ter sede com freqüência.
            A quantidade de água que deve ser ingerida diariamente por uma pessoa de vida sedentária é de aproximadamente 30 gr. por quilo de peso corporal. Isso representa, em média, uns 8 copos de água. Por cada 12 quilos de excesso de peso, recomenda-se um copo de água adicional. Uma pessoa ativa, atlética, necessitará de 40 gr. diárias por quilo de peso. Quanto mais exercícios a pessoa faça, mais água deverá ingerir. Recomenda-se, contudo, beber esses volumes ao longo do dia, não concentrando mais de 4 copos por hora. Após algumas semanas, a bexiga se adaptará a essas quantidades, passando-se a urinar com menos freqüência, porém em maior quantidade.
            Existem no mercado vários aparelhos “magnetizadores de água” que prometem a cura das mais diversas moléstias mediante a simples ingestão dessa água supostamente energizada. Impressiona a variedade de doenças e disfunções que podem ser curadas por esse processo: ajudam na circulação sanguínea, eliminam o colesterol, previnem úlceras, combatem a celulite, combatem diabetes, previnem infecções diversas, diminuem a pressão arterial, etc. Na verdade de tempos em tempos aparecem novas teorias ou promessas de cura por esse meio. Na década do 50 era moda em alguns países tomar “água da Lua”. Tratava-se de água depositada em uma jarra de vidro e exposta á luz da lua durante a noite período durante o qual estaria absorvendo algum tipo inexplicável de energia. Essa água deveria ser consumida em grande quantidade durante o dia seguinte para que surtisse efeito com maior intensidade. O principal benefício desses “tratamentos” é que induzem as pessoas a tomar água com regularidade. Vemos assim pessoas que raramente bebiam água, e sofriam, portanto, de prisão de ventre crônica, problemas nas articulações e na coluna, dores diversas causadas pelo acúmulo de alguma toxina no organismo, começarem a se sentir melhor.
            A substituição da água por bebidas alternativas nem sempre é vantajosa como forma de re-hidratação. Sucos artificiais, refrigerantes, café e outros podem conter substâncias que não são tão saudáveis quanto se acredita. Bebidas com cafeína estimulam as glândulas supra-renais. Sucos podem conter excesso de açúcar ou compostos artificiais. Os refrigerantes, além desses compostos, podem conter quantidades expressivas de sódio. Na verdade, a ingestão desses líquidos poderá estar sobrecarregando e poluindo nosso organismo, em lugar de contribuir para limpá-lo e hidratá-lo de forma saudável.

AGUA MINERAL

Que tipo de água mineral é recomendável para mulheres grávidas e para as que estão a amamentar?
As mulheres grávidas e a amamentar precisam de 33% mais de cálcio e 40% mais de magnésio do que a média normal numa mulher adulta. Para assegurar estas necessidades adicionais, é importante ter uma dieta equilibrada que inclua por exemplo carne, peixe, ovos e Lacticínios. A fruta, vegetais e cereais são também importantes fontes de minerais. A água swissta, rica em magnésio e cálcio, é uma fonte ideal desses minerais para as mulheres grávidas e em fase de amamentação, garantindo assim um desenvolvimento saudável do bebé.

Que tipo de água mineral é a mais adequada para crianças?
Crianças com menos de 1 ano precisam de uma quantidade moderada de minerais. Águas ricas em minerais com uma quantidade total de sólidos dissolvidos equivalente a mais de 500 mg/l não são apropriadas para elas. Crianças com mais de um ano podem beber águas cada vez mais ricas em minerais, contudo, alguns destes não são ainda recomendáveis. A água da swissta tem um balanço óptimo e suave de minerais essenciais, mesmo para os mais novos, e é uma fonte valiosa de cálcio para um crescimento óptimo.

Que benefícios é que a água mineral tem na digestão?
De modo a manter uma função intestinal saudável, é importante prestar atenção a dieta alimentar. Por isso é recomendável ingerir muita fruta e vegetais verdes bem como cereais. Água mineral rica em magnésio, como a da swissta, pode estimular evacuação intestinal para pessoas que sofrem de obstruções.

Quais são os benefícios da água mineral para pessoas hipertensas?
É comummente aceite que pessoas que sofrem de hipertensão deverão reduzir o consumo de sódio, particularmente de sal (cloreto de sódio). Por isso é altamente recomendável optar por uma água mineral com um teor baixo de sódio (abaixo de 5mg/l), como a água Swissta.

Qual é o benefício do magnésio na água mineral?
Magnésio é um importante elemento para a excitabilidade neuromuscular e contracção muscular como também para reacções enzimáticas no sistema metabólico do corpo humano. Está demonstrado que a ingestão média de magnésio é frequentemente abaixo da concentração diária recomendada devido a uma dieta desequilibrada e pobre. A água Swissta, rica em magnésio, pode ajudar a compensar a falta de magnésio.

Qual é o benefício do sulfato na água mineral?
O sulfato tem um papel importante nos mecanismos de controle hormonal e na eliminação de desperdícios tóxicos do corpo. Pode ajudar a prevenir a formação de pedras nos rins. O pão, fruta e vegetais são os maiores contribuintes. Algumas águas minerais são também importantes provedoras de sulfato. Algumas águas minerais com altos níveis de concentração de sulfato (a partir de 1000mg/l) podem ter um efeito laxativo e não são recomendáveis para crianças. A concentração de sulfato na água swissta está significativamente abaixo deste nível e é por isso conveniente para toda a família.

Qual é a finalidade do cálcio?
O Cálcio é um elemento essencial na formação e manutenção da saúde óssea e dos dentes. É também usado para a transmissão de impulsos nervosos e regulação do ritmo do músculo cardíaco. Portanto, o consumo regulado de cálcio é importante também para crianças e para adultos. O cálcio é tipicamente encontrado em lacticínios mas também pode ser encontrado na água mineral rica em cálcio, como a água Swissta.

Qual é a importância de baixos níveis de nitrato?
A concentração do nitrato é um bom indicador da pureza da água. Altos níveis de nitrato indicam um certo grau de poluição proveniente de desperdícios humanos, animais (pecuária) e fertilizantes. No estômago das crianças, o nitrato é reduzido a  nitrito e pode, dependendo da concentração, levar ao chamado “Síndroma de bebé azul”. Algumas pesquisas indicaram uma associação entre exposição de humanos a nitritos e nitratos e o risco de cancro, contudo, esta constatação é refutada pelo grosso das pesquisas (Organização Mundial  da Saúde/OMS). Graças a sua alta tecnologia de tratamento, a água Swissta é praticamente livre de nitratos.

A água mineral natural é mais saudável que a água da torneira?
Processos comummente usados nas fábricas de tratamento de água para sua desinfecção incluem a adição de desinfectantes tais como o cloro para desactivar ou eliminar microorganismos. O cloro e outros desinfectantes podem combinar com a matéria orgânica natural da água natural dando origem a derivados resultantes da desinfecção pelo cloro, tais como os chamados trialometanos (THMs).  Crê-se que os THMs tenham o potencial de aumentar o risco de alguns cancros e provocam também abortos.

As águas minerais não são adicionadas cloro e têm por conseguinte melhor sabor. O seu conteúdo mineral é normalmente maior que o da água da torneira, sendo mais benéfico para a saúde.

Os minerais também podem ser nocivos?
Enquanto muitos minerais ocorrem naturalmente nos nossos alimentos e  são elementos importantes para o funcionamento e formação do nosso organismo, alguns dos minerais deveriam ser evitados em altas concentrações. O flúor é um elemento necessário para os nossos dentes e ossos, como, também a alta concentração de flúor pode ser nocivo (menos 1mg/L recomendado pela OMS). Grande  quantidade de cloreto de sódio, (sal) deveria ser evitado por pessoas hipertensas. As concentrações de sulfato não devem exceder 1000mg/L. O teor de nitratos deve ser menos baixo possível, contudo, não há prova de que possa ter efeitos negativos na saúde.

Como distinguir água mineral boa da má?
Como regra geral, opte por um baixo teor de nitrato (abaixo de 5mg/L) e de sódio (abaixo de 10mg/L). A concentração de cálcio e magnésio são aceitáveis numa faixa de 20-50mg/L e 50-150mg/L respectivamente. A fonte ou origem da água é igualmente importante. Alguns engarrafadores, fazem tratamento da água de abastecimento e por isso não atingirão a riqueza da água natural. A água swissta provém de uma fonte natural e tem um balanço mineral óptimo e suave, tem um teor baixo de sódio e praticamente livre de nitratos.

A água mineral natural é melhor do que a água purificada?
A água mineral natural deve surgir de uma fonte natural e submeter-se a um pequeno tratamento, para que   não altere a sua composição química, que é determinada pela composição do solo e padrão subterrâneo. Dependendo destes factores, a qualidade da água mineral natural é muito determinada pela sua origem.

A água purificada  requer muitos processos de  tratamento (ex: remoção ou adição de sais) e também deve possuir um balanço óptimo requerido para o organismo humano. A água swissta provém de uma fonte natural submetida a tratamentos através da alta tecnologia de tratamento, para se obter um balanço óptimo de minerais.   


ÁGUA

Um copo de água corta a sensação de fome durante a noite para quase 100% das  pessoas em regime.É o que mostra um estudo na Universidade de Washington.
            Falta de água é o fator nº. 1 da causa de fadiga durante o dia.
            Estudos preliminares indicam que de 8 a 10 copos de água por dia poderiam  aliviar significativamente as dores nas costas e nas juntas em 80% das  pessoas  que sofrem desses males.
            Uma mera redução de 2% da água no corpo humano pode provocar incoerência na  memória de curto prazo, problemas com matemática e dificuldade em focalizar um écran de computador ou uma página impressa.
            Beber 5 copos de água por dia diminui o risco de câncer no cólon em 45%,  pode diminuir o risco de câncer de mama em 79% e em 50% a probabilidade de se desenvolver câncer na bexiga.
            Você está bebendo a quantidade de água que deveria, todos os dias?